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A Sala da Embaixada

Vocês têm uma?!!! 1ª parte. 

A sala de reuniões dos Embaixadores do Rei é o espaço onde, no decorrer dos tempos, se desenrola o difícil processo de ensino e de aprendizagem – A formação do homem batista de amanhã, nos seus aspectos: físico, moral e espiritual.

Nesses tempos em que as tecnologias, a quantidade e a velocidade das informações detonam quase todos os limites, da sociedade e da(s) igreja(s), a sala da embaixada continua sendo um lugar privilegiado, o espaço social, que serve de arena para o construtivo confronto de ideias entre a Bíblia e o “Mundo”, entre os embaixadores e os meninos comuns e, por que não dizer, entre conselheiros e embaixadores.

Será que está claro para os conselheiros e os embaixadores o sentido da sua sala de reuniões, uma vez que ela é um universo que comporta diversos mundos? Como enxergam isso os conselheiros e os embaixadores? Os pastores e os ministros?

Seja qual for a visão atual, no seu entendimento, cabe lembrar porque, na sua origem, a Organização Embaixadores do Rei foi criada. Porquê e para quê?

Se reunir para orar por missões e estudar a Bíblia.  E, depois, na organização dos nossos ideais (Oração, Estudo da Bíblia, Estudo Missionário, Mordomia e Serviço Real), JAMAIS se incluiu premiação. Aliás, na história inteira da igreja cristã e na história dos Batistas nunca se ouviu tanto falar de competição, medalhas e troféus para os melhores(?). 

“Se alguém de vós quiser ser o primeiro, seja o último de todos e servo de todos. E, entre vós, quem for o menor, esse mesmo é que é o maior” – Leia Marcos 9:33-35 e 42; e Lucas 9:46-48. Estas foram as palavras do nosso Rei.

Conselheiro, gostaria de chamá-lo: Embaixador Conselheiro, posso?  

Se deixou, você tem um privilégio e uma obrigação: cumprir a ordem do Mestre.

1ª: IR,
2ª: PREGAR O EVANGELHO,
3ª: FAZER DISCÍPULOS,
4ª: ENSINAR,
5ª: OBSERVAR TODAS AS ORDENS DE JESUS.

A Declaração do E.R. & Mateus 28: 19-20.

Será que você está sendo um educador, um ganhador de almas? Ou um miserável ganhador de troféus para os seus meninos?

Quero aqui começar uma série de debates a respeito de como anda a nossa organização. Quero que você comece a refletir: “Será que estou satisfeito com o modo que lidero ‘meus’ embaixadores?” – será que o pastor William Alvim Hatton estaria feliz em ver os rumos que tomaram a Organização da sua vida? (É da sua também?) E Jesus, as suas ordens estão sendo obedecidas?

Sinceramente?

Eu também gostaria de ter essas respostas.

Conclusão:

É preciso que o Conselheiro saiba aproveitar o espaço da sala da embaixada. Espaço este SOCIAL/ESPIRITUAL e não físico. O espaço concedido PELO EMBAIXADOR. Entenda espaço como Oportunidade e, essa só se consegue com o convívio, dia após dia, semana após semana, meses e anos. Com o tempo que se passa junto.

Não pode um conselheiro apenas ‘aparecer’ na Embaixada, ‘cumprir o seu horário’ e simplesmente ir embora. Ele precisa chegar antes e sair depois.  Muitas vezes é necessário fazer um pouco mais, ir além de suas obrigações: ir à casa do Embaixador, passar na sua rua e parar para conversar com ele, levá-lo à sua casa, pro almoço, pro ping-pong, etc. 

É ali que começa o diálogo, o conhecimento mútuo e, com isso a amizade e a confiança. Se o conselheiro não conhecer os seus E.R.’S  e sobre eles não exercer o seu papel, não será o seu Líder, será apenas um ‘tomador de conta’ de meninos. E aí, amigo, você vai ter que aprender na prática que limites não são impostos; são construídos.

É necessário, acima de tudo que o Conselheiro conheça o seu nobre papel. Seguindo a isto, mas não menos importante, que valorize e Embaixador do Rei. Sem supervalorizá-lo, ele deve saber que a Embaixada precisa dele tanto quanto ele precisa da Embaixada. Todos devem aprender, inclusive o conselheiro, que Cristo é o centro da Organização e é o Rei do Embaixador, quando se perde esta visão, o grupo deixa de ser uma embaixada, não realiza a ‘ordem do Rei’.

Nesta época em que as pessoas – Meninos são Pessoas, NÃO se esqueça disso! – questionam muito; o conselheiro deve ter algumas qualidades que lhe serão cobradas: Amor ao Trabalho, Dedicação, Competência e Compromisso, são apenas algumas delas.

Os meninos observam os Conselheiros, os pais e a Igreja também, e, creia, pior do que ser criticado é perder a credibilidade. Existe uma máxima que diz: “a pior reclamação é aquela que não chega aos nossos ouvidos”.

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